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| O inverno chegou. |
Diante de páginas, cadernos e apostilas, me encontro na penosa tarefa de escrever uma breve homenagem a um dos homens mais importantes para o mundo moderno: Steve Jobs.
Diante da tragédia iminente da morte, todos perecemos, contudo, não paramos sequer para admirar esta grande invenção da vida, muito embora esta questão seja muito complexa para algumas poucas linhas. Minha proposição hoje será de falar que tipo de contribuição Jobs ofereceu com muita categoria e criatividade, ao nosso mundo.
Em breves 56 anos de vida, Steve Jobs – nascido Steven Paul Jobs, em São Francisco, Califórnia, a 26 de fevereiro de 1955 – Pensou, criou e concretizou uma das ideias mais ambiciosas da última revolução que vivenciamos ainda hoje: o computador pessoal como o conhecemos – seria intransigente de minha parte, se comentado fosse, por mim, a concepção de que esta máquina de maravilhas (sem a qual não viveríamos), fosse creditada somente a esta cabeça, é errado; já que é fruto de anos de contribuição de gerações – No entanto Jobs realmente merece o crédito por transformar este trabalho, retido em laboratórios, em algo que o mundo pudesse tocar, sentir. Usar. O apple personal computer (apple II), fabricado no final dos anos 70 possuía uma configuração jurássica, e o controlador de vídeo apresentava 24 linhas com 40 colunas de caracteres, mas é muito claro, este aparelho sem nenhum atrativo (a princípio), operaria o início de uma das maiores mudanças no mundo contemporâneo e seus realizadores: Jobs e Woz seriam as figuras ilustres desta mudança.
Mas de que forma poderíamos ligar este acontecimento, destas vidas singulares, a algo tão maior e quão extensa pode ter sido esta visão de um único homem? Em outras palavras “Como Steve Jobs mudou a minha vida?”, basicamente, todo o ambiente gráfico computacional com o qual se trabalha hoje, deriva de uma fagulha inicial, que foi o Apple personal computer (PC), um vislumbre, de um jovem visionário; o rato (mouse), ferramenta imprescindível a processo acelerado – uma espécie de extensão virtual de nossas próprias mãos, que ao invés de tocarem a abóbada celeste dos dogmas religiosos, tateiam novas possibilidades: novos itens para melhorar a vida do homem, deixar mais extensa e longeva uma vida de descobertas científicas, medicinais – dizer que Steve Jobs é um gênio, ainda é raso demais.
Sua vida não foi em momento algum, a descoberta de apenas alguns itens, restritos somente ao mundo da tecnologia, mas no que tange ao cotidiano, à descoberta de um novo mundo, aberto a um amplo caminho e novíssimas possibilidades. Steve, não foi menos revolucionário, por exemplo, do que Arquitas de Tarento, que no século IV antes de cristo, permitiu-se à possibilidade de conceber o pensamento inicial impulsionando a vontade do homem aos céus, mais tarde: passando a batuta para Da Vinci e posteriormente à Santos Dummont e os irmãos Wright. Jobs se ateve, em terra, no intuito ampliar e digitalizar todo esse conhecimento, para que ele não mais seja um entrave na evolução do homem, nem tampouco vítima do sectarismo de religiões que queimam o que hoje poderia tranquilamente ser o estudo ostensivo de células tronco embrionárias, falamos de talvez quinhentos anos de ciência perdida. Vivenciamos junto com o mundo durante estes breves 56 anos o avanço da tecnologia, renovada a cada pensamento do fundador da Apple. Não conhecemos Einstein ou Darwin, todavia compartilhamos com Steve Jobs seu período histórico de vivência.
Diante da tragédia iminente da morte, todos perecemos, contudo, não paramos sequer para admirar esta grande invenção da vida, muito embora esta questão seja muito complexa para algumas poucas linhas. Minha proposição hoje será de falar que tipo de contribuição Jobs ofereceu com muita categoria e criatividade, ao nosso mundo.
Em breves 56 anos de vida, Steve Jobs – nascido Steven Paul Jobs, em São Francisco, Califórnia, a 26 de fevereiro de 1955 – Pensou, criou e concretizou uma das ideias mais ambiciosas da última revolução que vivenciamos ainda hoje: o computador pessoal como o conhecemos – seria intransigente de minha parte, se comentado fosse, por mim, a concepção de que esta máquina de maravilhas (sem a qual não viveríamos), fosse creditada somente a esta cabeça, é errado; já que é fruto de anos de contribuição de gerações – No entanto Jobs realmente merece o crédito por transformar este trabalho, retido em laboratórios, em algo que o mundo pudesse tocar, sentir. Usar. O apple personal computer (apple II), fabricado no final dos anos 70 possuía uma configuração jurássica, e o controlador de vídeo apresentava 24 linhas com 40 colunas de caracteres, mas é muito claro, este aparelho sem nenhum atrativo (a princípio), operaria o início de uma das maiores mudanças no mundo contemporâneo e seus realizadores: Jobs e Woz seriam as figuras ilustres desta mudança.
Mas de que forma poderíamos ligar este acontecimento, destas vidas singulares, a algo tão maior e quão extensa pode ter sido esta visão de um único homem? Em outras palavras “Como Steve Jobs mudou a minha vida?”, basicamente, todo o ambiente gráfico computacional com o qual se trabalha hoje, deriva de uma fagulha inicial, que foi o Apple personal computer (PC), um vislumbre, de um jovem visionário; o rato (mouse), ferramenta imprescindível a processo acelerado – uma espécie de extensão virtual de nossas próprias mãos, que ao invés de tocarem a abóbada celeste dos dogmas religiosos, tateiam novas possibilidades: novos itens para melhorar a vida do homem, deixar mais extensa e longeva uma vida de descobertas científicas, medicinais – dizer que Steve Jobs é um gênio, ainda é raso demais.
Sua vida não foi em momento algum, a descoberta de apenas alguns itens, restritos somente ao mundo da tecnologia, mas no que tange ao cotidiano, à descoberta de um novo mundo, aberto a um amplo caminho e novíssimas possibilidades. Steve, não foi menos revolucionário, por exemplo, do que Arquitas de Tarento, que no século IV antes de cristo, permitiu-se à possibilidade de conceber o pensamento inicial impulsionando a vontade do homem aos céus, mais tarde: passando a batuta para Da Vinci e posteriormente à Santos Dummont e os irmãos Wright. Jobs se ateve, em terra, no intuito ampliar e digitalizar todo esse conhecimento, para que ele não mais seja um entrave na evolução do homem, nem tampouco vítima do sectarismo de religiões que queimam o que hoje poderia tranquilamente ser o estudo ostensivo de células tronco embrionárias, falamos de talvez quinhentos anos de ciência perdida. Vivenciamos junto com o mundo durante estes breves 56 anos o avanço da tecnologia, renovada a cada pensamento do fundador da Apple. Não conhecemos Einstein ou Darwin, todavia compartilhamos com Steve Jobs seu período histórico de vivência.
Luis Sérgio in: http://jovemnerd.ig.com.br/jovem-nerd-news/extra-extra/faleceu-aos-56-anos-steve-jobs/


























