sábado, 13 de novembro de 2010

O Monstro público das políticas públicas: Parte 2

A chatice eterna de uma mente atrasada

Quando se pensa em serviço público, vem a cabeça logo a imagem secularizada do descompromisso e da estagnação. Como uma imensa lagoa de água parada, infectada por todas as pestes lá está a matriz primordial de tudo: O Atraso mental.

Sabe, eu fico observando que um dos nossos maiores problemas é o atraso. Não aquele do relógio, já que temos pessoas que chegam super cedo em seus locais de trabalho e enrrolam o dia inteiro.



Nada supera o atraso mental de um funcionário desmotivado.

Certa vez, estava conversando com um colega e ele me disse assim: "Esse negócio de integração não vai dar certo, porque aqui é tudo bagunçado, isso só serve para empresas de grande porte, esses nossos gerentes são umas mulas..." e por aí foi o discurso desse verdadeiro asno (ou verdadeira asna, aqui nesse blog eu conto o milagre, mas não o santo) que nada tem a fazer da vida além de falar mal dos outros.

Esse tipo de pessoa contamina toda instituição.

O atraso mental é triste, Deus deu capacidade para todos os homens de se desenvolverem, mas divergindo disso, o atrasado mental se coloca fora da realidade, desorientado no tempo tenta a todo custo atrasar a mente das pessoas mais próximas, o maior perigo é quando o atrasado mental consegue um cargo de chefia, aí é só tristeza.

Desse tipo de monstruosidade das políticas públicas, infelizmente não temos como nos livrar. Apenas podemos controlar nossa resposta emocional frente a essa pessoa. Eu ainda tento chamar essas pessoas para participar da vida, mas o atraso mental é muito forte e insiste em sugar a luz de quem está nas proximidades.

Essas pessoas são infelizes crônicos, se julgam meros indivíduos, desconhecem a si mesmos e querem impor seu desconhecimento a todos.

Para vocês que são atrasados mentais eu só sinto muito.

Porque a vida é bela em suas imperfeições.

3 comentários:

  1. O pior atraso mental vem daqueles que tem "padrinhos". O que seria deles se o padrinho morresse??

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  2. Luciana, minha única correspondente;

    É punk, como eu costumo dizer.

    Existe um livro chamdo Raizes do Brasil, cujo autor Sérgio Buarque de Holanda, explica um monte de coisas sobre nossa forma (brasileiro) de ver o mundo.

    O Livro foi públicado pela primeira vez em 1936. O texto cai como uma luva para nossa atualidade (atualidade atrasada, já que pouco mudamos desde sempre).

    Acho que se o padrinho morresse, eles iriam ocupar o lugar dele na hierarquia da incompetência, da falta de vergonha na cara e do paternalismo salve salve.

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  3. Sabem, hoje andei lendo isso aqui e ainda mantenho minha opinião. Apesar de agora, passados alguns meses sei de que "Há mais mistérios entre o céu e a terra, do que toda a nossa vã filosofia".

    WILLIAM SHAKESPEARE foi quem disse e ele quis dizer que podemos tentar e às vezes até conseguimos encontrar respostas para muitas coisas, mas ainda assim muitas outras coisas deixarão de ser pensadas, descobertas e solucionadas. Ás vezes "perdemos tempo" em nossa vida procurando resposta e tentando alcançar coisas inatingíveis ou de pouca importância e enquanto isso nossa vida está com o tempo corrido e portanto deveríamos nos preocupar em vivê-la por completo ao invés de preocuparmos apenas com as filosofias.
    A amplitude do conhecimento é muito maior do que já conseguimos encontrar e entender, e a arrogância de alguns em achar que sabe tudo é em vão.

    Muitas vezes é na simplicidade que se encontram as melhores maneiras de se encontrar e ser feliz.

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