domingo, 28 de novembro de 2010

OS QUE ACELERAM E OS QUE FREIAM


Os que querem acelerar...

Qualquer empresa, independentemente do tamanho, divide-se em vários grupos de dez funcionários.


De cada dez, dois trabalham para acelerar os negócios. Outros dois fazem o possível para brecar todas as iniciativas dos dois que querem acelerar. Os outro seis só acompanham a maré. É evidente que os dois que mantêm o pé no acelerador têm que trabalhar em dobro, por eles e pelos dois que ficam pisando no freio.

Uma empresa de sucesso é aquela que identifica e neutraliza os dois funcionários que querem deixar tudo como está. Normalmente, essas duas pessoas não confiam nelas mesmas. Essa insegurança faz com que tenham um empecilho para qualquer idéia. A especialidade delas é produzir desculpas. Estão sempre solicitando mais dados para retardar uma decisão, sugerindo reuniões para discutir melhor o assunto, ou pedindo um relatório escrito sobre algo que podia ser conversado em três minutos.


E como as empresas agem em relação a essas duas pessoas? De duas maneiras e ambas incorretas: ou demitem, ou fazem de conta que o problema não existe. Demitir, simplesmente, pode ser um erro, porque essas pessoas podem ter conhecimentos técnicos valiosos. Além disso, não importa quem seja contratado no lugar delas, a regra dos dez vai continuar existindo e vão aparecer outras duas pessoas em cada dez para tentar brecar o progresso.



Eu pensando que poderia estar na Jamaica.

As empresas mais produtivas são as que incentivam as duas pessoas que querem acelerar e, com isso, neutralizam as tentativas das duas que querem brecar. Assim, as seis que vão para onde o vento estiver soprando se alinharão com as duas mais produtivas.


Quando uma empresa resolve dar poder aos dois que só querem manter tudo como está, os seis neutros se juntam a eles e não há negócio que resista a 80% DE FUNCIONÁRIOS EM MARCHA LENTA. Pior de tudo, os dois que realmente trabalham não aguentam e vão embora. ou ficam, mas vivem estressados e com insônia, porque é duro tentar plantar quando oito não querem colher.



Max Gehriger - Clássicos do mundo corporativo.

sábado, 13 de novembro de 2010

O Monstro público das políticas públicas: Parte 2

A chatice eterna de uma mente atrasada

Quando se pensa em serviço público, vem a cabeça logo a imagem secularizada do descompromisso e da estagnação. Como uma imensa lagoa de água parada, infectada por todas as pestes lá está a matriz primordial de tudo: O Atraso mental.

Sabe, eu fico observando que um dos nossos maiores problemas é o atraso. Não aquele do relógio, já que temos pessoas que chegam super cedo em seus locais de trabalho e enrrolam o dia inteiro.



Nada supera o atraso mental de um funcionário desmotivado.

Certa vez, estava conversando com um colega e ele me disse assim: "Esse negócio de integração não vai dar certo, porque aqui é tudo bagunçado, isso só serve para empresas de grande porte, esses nossos gerentes são umas mulas..." e por aí foi o discurso desse verdadeiro asno (ou verdadeira asna, aqui nesse blog eu conto o milagre, mas não o santo) que nada tem a fazer da vida além de falar mal dos outros.

Esse tipo de pessoa contamina toda instituição.

O atraso mental é triste, Deus deu capacidade para todos os homens de se desenvolverem, mas divergindo disso, o atrasado mental se coloca fora da realidade, desorientado no tempo tenta a todo custo atrasar a mente das pessoas mais próximas, o maior perigo é quando o atrasado mental consegue um cargo de chefia, aí é só tristeza.

Desse tipo de monstruosidade das políticas públicas, infelizmente não temos como nos livrar. Apenas podemos controlar nossa resposta emocional frente a essa pessoa. Eu ainda tento chamar essas pessoas para participar da vida, mas o atraso mental é muito forte e insiste em sugar a luz de quem está nas proximidades.

Essas pessoas são infelizes crônicos, se julgam meros indivíduos, desconhecem a si mesmos e querem impor seu desconhecimento a todos.

Para vocês que são atrasados mentais eu só sinto muito.

Porque a vida é bela em suas imperfeições.